Alô, alô marcianos!Primeiramente, quero ressaltar que este é um iPost, direto do iPhone e agora atualizar o Blog se tornou mais fácil e prático. Portanto, preparem-se porque isso aqui vai bombar!
Agora, eu não queria dizer isso, mas o projeto Renan Delícia do Verão vai ser adiado por mais uns dias, rs! Prometo que minha vontade era começar hoje mesmo e ficar sarado até sexta-feira, porém, além de isso não ser física e biologicamente possível, eu também estarei fora da cidade por uma semana.
É importante dizer que "ainda" não sou uma mega celebridade que pode carregar a academia e o Personal Trainer para onde quer que eu vá... Portanto, o Projeto Renan Delícia do Verão deve começar em Maio. E não vale mais adiar!
Pensando em celebridade, mídia, paparazzi, corpos sarados em capas de revistas e afins eu resolvi escrever aqui hoje sobre isso.
Estava eu folheando uma revista de fofocas quando vi uma reportagem e fotos que me chamaram a atenção. "Pânico no Havaí". Primeiramente, pensei que fosse um filme, quisera eu que fosse, seria menor a mediocridade.
Heidi Khum, top model mega famosa estava com seus filhos na praia quando uma onda gigante arrastou a criança de sete anos de idade e as duas babás. Heidi e o namorado se jogaram na água e arriscaram-se para salvar o menino e as babás.
Três vidas em risco, uma mãe em desespero se lançando ao mar e uma criatura fotografando tudo para vender uma manchetezinha no jornal que compraria um almoço mas não pagaria uma vida.
Não ajudar já é uma atitude (ou a falta dela) feia, um descaso, mas ficar de longe, fotografando pra vender revista é um comportamento medíocre demais! Não desce na minha garganta da tolerância.
Em tempos de compartilhamentos instantâneos de fotos e de notícias, o "furo jornalístico" - se é que isso merece o título de jornalismo - parece valer mais do que a vida do próximo. Isso é feio, gente! É ridículo. É pequeno.
Deixo a vocês um texto de Fernanda Young, uma mulher que admiro muito. Leiam e reflitam:
MEDIOCRIDADE.
"Atenção para um aviso importante: a mediocridade é opcional. Ao contrário das outras mazelas da vida, essa você só tem se quiser. Sendo que já não será um medíocre quem tentar não sê-lo. E tentar é fácil, tente.
Está provado: o ser humano é metade genes, metade meio-ambiente. Você não pode fazer nada se a genética não lhe favoreceu em algum aspecto, mas pode fazer tudo para melhorar a qualidade da sua relação com o resto do mundo. Tirando dele o que ele tem de melhor e vice-versa. Não estamos dizendo que vai ser fácil - mas por acaso é fácil dançar a dança da garrafa? Comece negando tudo que lhe parecer "medianamente médio".
Lembre-se que ser medíocre é mais confortável, por isso fuja do "ah, se tanta gente gosta, por que que eu não vou gostar?" Você não vai gostar porque você merece melhor. Já que ser medíocre é viver na zona franca da existência. Feliz por ser mais um igual. Quando só a diferença faz diferença, por menos diferente que ela seja. Só rompendo com esse poder - sim, a mediocridade é um poder, que controla nossa vida como um déspota cafona - só rompendo com esse poder, poderemos salvar a humanidade.
A luta é diária e individual. Mas sempre valerá a pena, pois de mesmice morrem os mesmos."
O universo precisa da gente!
Não sejamos medíocres!
Beijo gratuito,
Renan.